terça-feira, 13 de maio de 2008

Esfregar sem magoar

Venho então aqui hoje discutir um dos assuntos da maior importância e de grande intersecção com o nosso quotidiano: a forma dos sabonetes .

Durante um dos meus recentes banhos, reparei que os sabonetes são feitos de uma forma estúpida. Porquê aquela forma elíptica? É que após algumas utilizações, estes sabonetes ficam com a forma de um daqueles biscoitos "língua de gato", e isto torna-os extremamente difíceis de usar. Porquê? Ora, não sou nem serei o primeiro a ver-se na complicada situação de tentar esfregar um sabonete muito usado. É impossível. O sabonete não roda e não gira.

A única solução que encontro é deitá-lo na mão esquerda e fazer-lhe uma espécie de festinhas até ficar com a mão com espuma (começo a ter a noção que este texto poderá ter um segundo significado um pouco retorcido).

Sendo assim, compete-me apresentar uma solução mais viável para este problema - não pode ser só criticar -, e esta assenta na criação de sabonetes esféricos.

Gastando algum tempo com este assunto, os sabonetes esféricos aparentam ser a solução mais óbvia e imediata. Não ficam espalmados e com arestas cortantes como os elípticos, e são bastante mais divertidos de usar, permitindo-nos, por exemplo, jogar toda uma série de desportos no banho, dar toques no sabonete, etc. No entanto, não é aconselhável o uso desta nova espécie em prisões, já que são mais complicados de manusear, e mais plausíveis de escorregar.
Espero que a Nivea tome então medidas.

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