segunda-feira, 31 de março de 2008
Um pouco de cultura musical
Apresento-vos os novos bandidos xD ahahhaha
Saudações Musicais
www.myspace.com/xakuteteam
domingo, 30 de março de 2008
Dragon Ball ou Herói Exemplar
Pois então.
Corriam os tempos remotos da minha infância, em que pouco sabia sobre o que de facto significava ser um herói. Eis que surge então uma tarde de Primavera, em que ondas de expectativa pairavam no ar, e eu me encontrava rodeado de pães e pacotes de Belgas, quando estreia uma série de desenhos fracamente animados e com cerca de 5 pessoas a fazer a dobragem para dezenas de personagens. Estávamos então perante o Dragon Ball.
E o que é o Dragon Ball? Resumindo a história ao máximo, era uma série de aventuras de um rapaz que partia em direcção ao pôr-do-sol, deixando sempre para trás todas as rivalidades e rancores para com os seus adversários.
Agia de acordo com os seus princípios - da mais simples e idílica constituição - e a sua presença nos mais variados cenários originava, por si só, uma cadeia de paz e harmonia. Sempre na defesa dos mais fracos, Songoku - ainda na flor da sua infância - carregava apenas uma vara mágica, e viajava numa nuvem também ela mágica, acessível apenas aos de mais puro coração.
Era um rapaz simples, que passava por cidades habitadas por uma grande diversidade de animais, todos eles falantes e com características fortemente humanas. Porcos fumavam charutos, cães tornavam-se polícias, uma espécie de demónios estava constantemente em perigo, etc..
Comia tudo o que lhe aparecia à frente - maioritariamente sucessivas tigelas de arroz - e não se importava com o que estava no prato. Chegou a caçar dinossauros com as suas próprias mãos. Ao longo das suas viagens, encontrou uma vez um gato falante que lhe deu um saco com "feijões mágicos", que lhe restituíam toda a energia, independentemente do seu estado.
Também é de referir que tomava sempre banho nú, sem qualquer preconceito.
Sem mais assunto de momento,
Corriam os tempos remotos da minha infância, em que pouco sabia sobre o que de facto significava ser um herói. Eis que surge então uma tarde de Primavera, em que ondas de expectativa pairavam no ar, e eu me encontrava rodeado de pães e pacotes de Belgas, quando estreia uma série de desenhos fracamente animados e com cerca de 5 pessoas a fazer a dobragem para dezenas de personagens. Estávamos então perante o Dragon Ball.
E o que é o Dragon Ball? Resumindo a história ao máximo, era uma série de aventuras de um rapaz que partia em direcção ao pôr-do-sol, deixando sempre para trás todas as rivalidades e rancores para com os seus adversários.
Agia de acordo com os seus princípios - da mais simples e idílica constituição - e a sua presença nos mais variados cenários originava, por si só, uma cadeia de paz e harmonia. Sempre na defesa dos mais fracos, Songoku - ainda na flor da sua infância - carregava apenas uma vara mágica, e viajava numa nuvem também ela mágica, acessível apenas aos de mais puro coração.
Era um rapaz simples, que passava por cidades habitadas por uma grande diversidade de animais, todos eles falantes e com características fortemente humanas. Porcos fumavam charutos, cães tornavam-se polícias, uma espécie de demónios estava constantemente em perigo, etc..
Comia tudo o que lhe aparecia à frente - maioritariamente sucessivas tigelas de arroz - e não se importava com o que estava no prato. Chegou a caçar dinossauros com as suas próprias mãos. Ao longo das suas viagens, encontrou uma vez um gato falante que lhe deu um saco com "feijões mágicos", que lhe restituíam toda a energia, independentemente do seu estado.
Também é de referir que tomava sempre banho nú, sem qualquer preconceito.
Sem mais assunto de momento,
faz lembrar:
dragon ball,
feijões mágicos,
nú,
songoku
sábado, 29 de março de 2008
Sobre o Nuno Gomes
Ora muito bem, então.
Aproveito este espaço de livre escrita e de lançamento cego de opiniões para dar o meu parecer sobre algo que aparentemente passa despercebido à maioria da população lusa: o jogador de futebol Nuno Gomes.
Ora, o Nuno Gomes é um medíocre jogador de futebol. Está ele para o futebol como a Cola Siti está para os refrigerantes: um gajo até evita, mas quando não há mais nada para matar a sede, até tapa o nariz e acaba por se convencer que está a beber Coca-Cola.
Esta analogia não é fácil de estabelecer, visto que mesmo tapando os olhos (ao ver o dito jogar) é extremamente complicado uma pessoa não entrar numa espiral de raiva e espanto. Espanto de como é possível aquele gajo que está a correr no campo ser de facto uma peça integrante de uma equipa, sem que as suas funções principais sejam as de um janitor (leia-se limpa-balneários, apanha-bolas, e toda uma restante panóplia de funções).
Quem, portanto, é que terá olhado para este jogador e terá dito: "Ora aqui está o que eu procurava! Alguém que tropeça com mestria e eficácia na bola, empurrando-a incompreensivelmente para a baliza!". Isto, meus amigos, é algo difícil de engolir.
O pessoal manda vir com o Camacho, e ele sai. Manda vir com o Ministro da Saúde, e ele demite-se. Manda vir com o Paulo Bento e ele... Bem, mas a questão não é essa.
Parece-me que o desagrado tanto da raça benfiquista (na qual orgulhosamente não me insiro) como da população portuguesa em geral - a que prefere a nossa selecção às restantes - será suficiente para provocar uma certa ostracização e consequente extinção do nome Nuno Gomes do universo dos plantéis futebolísticos.
E está portanto, dito.
Sem mais assunto,
Aproveito este espaço de livre escrita e de lançamento cego de opiniões para dar o meu parecer sobre algo que aparentemente passa despercebido à maioria da população lusa: o jogador de futebol Nuno Gomes.
Ora, o Nuno Gomes é um medíocre jogador de futebol. Está ele para o futebol como a Cola Siti está para os refrigerantes: um gajo até evita, mas quando não há mais nada para matar a sede, até tapa o nariz e acaba por se convencer que está a beber Coca-Cola.
Esta analogia não é fácil de estabelecer, visto que mesmo tapando os olhos (ao ver o dito jogar) é extremamente complicado uma pessoa não entrar numa espiral de raiva e espanto. Espanto de como é possível aquele gajo que está a correr no campo ser de facto uma peça integrante de uma equipa, sem que as suas funções principais sejam as de um janitor (leia-se limpa-balneários, apanha-bolas, e toda uma restante panóplia de funções).
Quem, portanto, é que terá olhado para este jogador e terá dito: "Ora aqui está o que eu procurava! Alguém que tropeça com mestria e eficácia na bola, empurrando-a incompreensivelmente para a baliza!". Isto, meus amigos, é algo difícil de engolir.
O pessoal manda vir com o Camacho, e ele sai. Manda vir com o Ministro da Saúde, e ele demite-se. Manda vir com o Paulo Bento e ele... Bem, mas a questão não é essa.
Parece-me que o desagrado tanto da raça benfiquista (na qual orgulhosamente não me insiro) como da população portuguesa em geral - a que prefere a nossa selecção às restantes - será suficiente para provocar uma certa ostracização e consequente extinção do nome Nuno Gomes do universo dos plantéis futebolísticos.
E está portanto, dito.
Sem mais assunto,
faz lembrar:
futebol,
nuno gomes,
ostracização,
sacos
quarta-feira, 26 de março de 2008
Concepção
Aviso.
Dá-se por concebida a página esperada. Renegando o destino de D. Sebastião, esta página escapou a sérios perigos, iludiu a preguiça, e chegou realmente a ser concebida, pelas mãos de vários progenitores de lucidez duvidosa.
Declaro portanto, a sessão aberta.
Meus caros, façam o favor de exercitar vossas mentes, pois o ciclo está iniciado, e ninguém nos conseguirá parar!
"Os Deuses vendem quando dão.
Comprasse a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!"
Dá-se por concebida a página esperada. Renegando o destino de D. Sebastião, esta página escapou a sérios perigos, iludiu a preguiça, e chegou realmente a ser concebida, pelas mãos de vários progenitores de lucidez duvidosa.
Declaro portanto, a sessão aberta.
Meus caros, façam o favor de exercitar vossas mentes, pois o ciclo está iniciado, e ninguém nos conseguirá parar!
"Os Deuses vendem quando dão.
Comprasse a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!"
faz lembrar:
fernando pessoa,
início,
mensagem,
sacos
Aviso aos cegos que estão agora a ver esta página:
Da próxima vez que estivermos juntos vamos discutir tudo acerca deste blog.
Abraço
Abraço
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