Pois então.
Corriam os tempos remotos da minha infância, em que pouco sabia sobre o que de facto significava ser um herói. Eis que surge então uma tarde de Primavera, em que ondas de expectativa pairavam no ar, e eu me encontrava rodeado de pães e pacotes de Belgas, quando estreia uma série de desenhos fracamente animados e com cerca de 5 pessoas a fazer a dobragem para dezenas de personagens. Estávamos então perante o Dragon Ball.
E o que é o Dragon Ball? Resumindo a história ao máximo, era uma série de aventuras de um rapaz que partia em direcção ao pôr-do-sol, deixando sempre para trás todas as rivalidades e rancores para com os seus adversários.
Agia de acordo com os seus princípios - da mais simples e idílica constituição - e a sua presença nos mais variados cenários originava, por si só, uma cadeia de paz e harmonia. Sempre na defesa dos mais fracos, Songoku - ainda na flor da sua infância - carregava apenas uma vara mágica, e viajava numa nuvem também ela mágica, acessível apenas aos de mais puro coração.
Era um rapaz simples, que passava por cidades habitadas por uma grande diversidade de animais, todos eles falantes e com características fortemente humanas. Porcos fumavam charutos, cães tornavam-se polícias, uma espécie de demónios estava constantemente em perigo, etc..
Comia tudo o que lhe aparecia à frente - maioritariamente sucessivas tigelas de arroz - e não se importava com o que estava no prato. Chegou a caçar dinossauros com as suas próprias mãos. Ao longo das suas viagens, encontrou uma vez um gato falante que lhe deu um saco com "feijões mágicos", que lhe restituíam toda a energia, independentemente do seu estado.
Também é de referir que tomava sempre banho nú, sem qualquer preconceito.
Sem mais assunto de momento,
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