sábado, 29 de março de 2008

Sobre o Nuno Gomes

Ora muito bem, então.

Aproveito este espaço de livre escrita e de lançamento cego de opiniões para dar o meu parecer sobre algo que aparentemente passa despercebido à maioria da população lusa: o jogador de futebol Nuno Gomes.

Ora, o Nuno Gomes é um medíocre jogador de futebol. Está ele para o futebol como a Cola Siti está para os refrigerantes: um gajo até evita, mas quando não há mais nada para matar a sede, até tapa o nariz e acaba por se convencer que está a beber Coca-Cola.
Esta analogia não é fácil de estabelecer, visto que mesmo tapando os olhos (ao ver o dito jogar) é extremamente complicado uma pessoa não entrar numa espiral de raiva e espanto. Espanto de como é possível aquele gajo que está a correr no campo ser de facto uma peça integrante de uma equipa, sem que as suas funções principais sejam as de um janitor (leia-se limpa-balneários, apanha-bolas, e toda uma restante panóplia de funções).

Quem, portanto, é que terá olhado para este jogador e terá dito: "Ora aqui está o que eu procurava! Alguém que tropeça com mestria e eficácia na bola, empurrando-a incompreensivelmente para a baliza!". Isto, meus amigos, é algo difícil de engolir.

O pessoal manda vir com o Camacho, e ele sai. Manda vir com o Ministro da Saúde, e ele demite-se. Manda vir com o Paulo Bento e ele... Bem, mas a questão não é essa.
Parece-me que o desagrado tanto da raça benfiquista (na qual orgulhosamente não me insiro) como da população portuguesa em geral - a que prefere a nossa selecção às restantes - será suficiente para provocar uma certa ostracização e consequente extinção do nome Nuno Gomes do universo dos plantéis futebolísticos.

E está portanto, dito.
Sem mais assunto,

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